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Os dois são o orgulho da sua comunidade e abalaram a massa funkeira com o "Rap do Complexo do Alemão". O reconhecimento pelo trabalho da dupla foi tanto que eles chegaram a fazer 12 shows em apenas um dia. Gravaram um especial para os Estados Unidos e emplacaram vários raps.

O Fat Boy era um dos Mc’s que tinham uma irreverência na ponta da língua e fazia a diferença quando o Movimento Funk Clube entrava no palco. Para quem não conhece o grupo, eles fizeram muito sucesso com a música “Ah eu to maluco”, que estourou nos anos 90 por todo o Brasil, mais recentemente a música “Agarra” também fez muito sucesso. Se voce quiser ver um vídeo de uma de suas músicas (cachorrada) – Clique Aqui
Um mensagem que MC PAULÃO deixou, em uma entrevista, em 1990, foi a seguinte:
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A sensação do momento é a bola da Copa. Pensando nisso, o editor do Globo Esporte decidiu fazer um funk dedicado a ela.
Policiais Militares do 9º BPM (Rocha Miranda) apreenderam na madrugada deste domingo (7) 30 jovens menores de idade em um baile funk em Madureira, no subúrbio do Rio. As informações são da 29ª DP (Madureira) e 30ª DP (Marechal Hermes).
A ação da PM ocorreu em um baile funk realizado próximo à comunidade da Serrinha. Durante a ação foram apreendidas armas, drogas e munições.Segundo a polícia, o material apreendido não estava junto com os menores detidos.
Os jovens foram encaminhados para a 29ª DP, onde foram ouvidos. De acordo com a delegacia, não houve acusação contra eles. Os menores foram liberados pela polícia na presença de seus pais e responsáveis.
Funkeiros discutem lei com o Governo
No final do mês passado representantes do movimento funk do Rio se reuniram com a Secretaria de Estado da Segurança Pública para discutir a lei nº 5.265, que impõe uma série de exigências para a realização dessas festas.
Na ocasião, a Secretaria não confirmou o conteúdo da reunião, argumentando que o evento aconteceu "a portas fechadas". No entanto, o fundador da Furacão 2000, uma das principais equipes de som do Rio, Rômulo Costa, contou que a Secretaria informou durante o encontro que iria realizar um seminário para explicar a policiais civis e militares o significado do movimento funk na cultura do Rio.
Lei é de autoria de Álvaro Lins
A idéia principal da polêmica lei nº 5.265, de autoria do deputado cassado Álvaro Lins, é disciplinar os eventos para garantir a segurança dos freqüentadores. Os organizadores precisam pedir autorização à Secretaria de Segurança Pública com, no mínimo, 30 dias de antecedência. Cabe à Secretaria determinar um órgão específico para autorizar os eventos.
Além disso, os organizadores precisam mostrar comprovante de tratamento acústico para o local do evento; atestado de responsabilidade técnica; contratar empresa de segurança que tenha autorização da Polícia Federal; disponibilizar espaço para estacionamento; comprovar a instalação de detectores de metais; contratar atendimento médico; e apresentar um documento de autorização do batalhão e da delegacia da área.
A lei diz ainda que os bailes funk deverão dispor de banheiros, na proporção de um masculino e um feminino para cada 50 pessoas. Banheiros químicos também poderão ser utilizados.

Neste fim de semana, a Polícia Militar anunciou que pretende fechar o cerco a bailes funk nas áreas de maior violência do Rio, incluindo comunidades com unidades pacificadoras, como Cidade de Deus e Santa Marta.
Apesar da decisão, a medida não é exatamente novidade. Desde junho do ano passado, uma lei estadual exige uma série de normas para que os bailes sejam autorizados.
Em nota, a polícia afirma que “procura coibir a realização de quaisquer eventos não-autorizados, principalmente em que sabidamente ações criminosas são promovidas, como consumo e vendas de drogas, utilização de armas de fogo”. Foi para apurar uma dessas denúncias que uma ação levou policiais ao Morro dos Maçados, em Vila Isabel, na Zona Norte, na noite do último sábado (11). Após a incursão, um tiroteio acabou com três pessoas mortas e seis feridas.
“A ação policial é planejada para ser realizada antes do início do evento, procurando assim, evitar o confronto com criminosos armados. Seu planejamento ocorre a partir das informações do setor de inteligência, dos dados estatísticos repassados pelo ISP (Instituto de Segurança Pública), das reclamações encaminhadas ao Comandante do Batalhão pela comunidade, através do Café e Conselho Comunitário, e demais denúncias”, explica, no documento, a corporação.
Entre os produtores de funk, no entanto, a medida tem soado como censura e caça ao ritmo. “Claro que a polícia tem que fazer cumprir a lei. Mas, na prática, temos visto a polícia proibindo o funk de ser tocado, que não é o que diz a lei. Uma festa de rua, uma festa particular em que uma equipe é contratada, não é um baile funk. Tem gente tendo CD quebrado e até perdendo equipamento nessa briga” reclama MC Leonardo, presidente da APAFunk (Associação dos Profissionais e Amigos do Funk).
Há 17 anos no funk, ele acredita que a proibição vai abrir uma lacuna na cultura da sociedade, sobretudo nas comunidades. “O funk cabe no bolso delas. O que essa molecada vai fazer? Quando os brigões da Zona Sul começaram a se pegar nas boates, rapidamente tomaram uma providência, mas ninguém proibiu as boates. A polícia tem que conter os excessos, sim, mas não o funk, o ritmo”, completa ele.
A lei
De acordo com a lei estadual 5.265, de autoria do ex-deputado e ex-chefe de polícia Álvaro Lins, para se obter uma autorização para a realização de um baile funk é necessário:
- pedir autorização com 30 dias de antecedência;
- ter comprovante de tratamento acústico;
- ter um banheiro químico para cada 50 pessoas e câmeras no local;
- ter contrato com empresa de segurança autorizada a funcionar pela Polícia Federal;
- ter comprovante de instalação de detectores de metal;
- comprovante de previsão de atendimento médico de emergência;
- ter nada consta da Delegacia Policial, do Batalhão de Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e do Juizado de Menores da área
- O pedido de autorização para a realização do evento deverá informar ainda a expectativa de público, o número de ingressos colocados à disposição, nome do responsável pelo evento, área para estacionamento e previsão de horário de início e término;

Os organizadores do evento Roda de funk decidiram reagir judicialmente contra a medida da Polícia Militar de proibir a realização do evento no Morro Santa Marta, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, que estava previsto para o domingo, dia 28 de junho.
Eles resolveram entrar com um mandado de segurança depois das declarações do major Oderlei dos Santos, relações públicas da PM, de que a polícia vai aumentar o cerco aos bailes funk nas áreas de maior violência do Rio, incluindo comunidades com unidades pacificadoras.
“Pretendíamos fazer uma reunião nesta tarde (terça-feira, 14) com o comandante do batalhão da área (Botafogo) para discutir o assunto, mas, diante das declarações do major, dizendo que vai intensificar o combate ao funk, como se a gente estivesse incentivando a violência, resolvemos mudar de estratégia e procurar a justiça”, afirmou MC Leonardo, que vai se reunir com o advogado Nilo Batista.
Segundo MC Leonardo, presidente da APAFunk (Associação dos Profissionais e Amigos do Funk), os organizadores do Roda de funk consideraram a decisão da PM como “abuso de poder” . “A polícia está impedindo o direito das pessoas de se manifestarem culturalmente”, acrescentou.
Proibição tem amparo na lei
A Polícia Militar está se baseando, para proibir os eventos, em uma lei estadual que entrou em vigor em junho do ano passado exigindo uma série de normas para que os bailes sejam autorizados.
Em nota, a polícia afirmou que “procura coibir a realização de quaisquer eventos não-autorizados, principalmente em que sabidamente ações criminosas são promovidas, como consumo e vendas de drogas, utilização de armas de fogo”.
Segundo a corporação, foi para apurar uma dessas denúncias que uma ação levou policiais ao Morro dos Macacos, em Vila Isabel, na Zona Norte, na noite do último sábado (11). Um tiroteio durante a incursão deixou três pessoas mortas e seis feridas.
Mesmo com a proibição nas favelas, um grande baile foi realizado sábado (11) no asfalto. Pelo menos três mil pessoas se reuniram para comemorar 40 anos de funk em uma casa de shows no Centro do Rio. Entre as atrações, estavam estrelas do ritmo como Gerson King Combo, BNegão, MC Sabrina e Menor do Chapa.
Nota da Polícia Militar
Em nota, a PM mandou a seguinte resposta ao G1:
"A PMERJ não proíbe a realização de bailes funks, existe uma lei estadual nº 5.265 de 2008 que regula a autorização para a realização de eventos de música eletrônica e bailes do tipo funk – cabendo a Secretaria de Estado de Segurança a emissão da autorização que deve ser solicitado até 30 dias antes do evento.
A PMERJ é um dos órgãos que concede o “Nada Opor”, um dos documentos necessários para autorização da Secretaria de Segurança. A PM não coíbe nenhuma manifestação cultural ou religiosa ao contrário, apóia todas aquelas que são autorizadas e ainda realiza o policiamento quando solicitada.
A PMERJ procura coibir a realização de quaisquer eventos não autorizados, principalmente nos que sabidamente ações criminosas são promovidas, como consumo e vendas de drogas, utilização de armas de fogo etc.
Contudo, a ação policial é planejada para ocorrer antes do início do evento, procurando assim, evitar o confronto com criminosos armados. Seu planejamento ocorre a partir das informações do setor de inteligência, dos dados estatísticos repassados pelo ISP, das reclamações encaminhadas ao Comandante do Batalhão pela comunidade, através do Café e Conselho Comunitário, e demais denúncias.

Após dez anos percorrendo bailes funk no Rio, a fotógrafa Daniela Dacorso faz um retrato da cena funk carioca na exposição “Totoma!”, que será inaugurada nesta sexta-feira (19), na Galeria do Ateliê, na Urca, Zona Sul do Rio.Serão expostas cerca de 30 imagens, coloridas e em preto e branco, captadas pela artista durante uma década pelos bailes da cidade.“Sempre fui muito ligada ao pessoal da música e acabei conhecendo o Mr. Catra. Um jornalista alemão veio para o Rio interessado em fazer uma matéria sobre o funk e combinamos de seguir o Mr. Catra nos bailes. Isso foi em 1998",conta Daniela, que já perdeu a conta dos bailes que percorreu da Zona Norte à Zona Sul, passando pela Baixada Fluminense.
"No primeiro baile que fui, me identifiquei totalmente e pensei: quero fotografar e descobrir mais sobre isso”.
Tati Quebra Barraco e Vila Mimosa
A exposição é a primeira individual da fotógrafa e traz as festas no Chapéu Mangueira, Zona Sul, na época da “dança da bundinha” e Tati Quebra Barraco no início de carreira. Outros flagrantes incluem MC Mr. Catra em família, a dupla Serginho e Lacraia, os bailes da Vila Mimosa e a montagem dos sistemas de som.“O funk é uma crônica de um cotidiano da cidade, da periferia”, diz Daniela, que planeja agora fazer um livro sobre sua experiência.Algumas séries de imagens já foram exibidas em 2005 na Bienal de Fotografia de Nice e em individual na Maison Folie de Moulins, em Lille (França).A fotógrafa também trabalha desde os anos 90 clicando editoriais, retratos e capas de disco, como de Caetano e Jorge Mautner, Marcelo D2, MV Bill e Titãs.

As atrações da noite, conta o DJ e idealizador do evento Sany Pitbull, vão contar a cronologia do funk. “Começamos com vídeo contando a história de James Brown, passamos pelo Miami Bass, aí entra MC Batata, de músicas como 'Feira de Acari' e 'Melô do Bêbado', Funk Brasil, depois um set list de Voltmix, que são aquelas batidas eletrônicas, antes do tamborzão, com músicas dos MCs Junior e Leonardo, e Mc Amaro; Na sequência, um vídeo da Furacão 2000, que tem um programa de TV há quase 15 anos e o DJ Tubarão, com o funk tamborzão”, detalha Sany.
Homenagem: Marlboro e Rômulo Costa
Entre as homenagens estão nomes que marcaram essa trajetória como DJ Marlboro e Rômulo Costa. Outros nomes que ficaram de fora, como Tati Quebra-Barraco e Deise Tigrona, diz Sany, não foram esquecidos. “Tivemos problemas de agenda e o Marlboro e o Rômulo achamos que, pela importância no funk, era melhor que fossem homenageados do que entrassem como produtor ou DJ”, explica ele.
Nas caixas de som e nos palcos, desde nomes consagrados nas comunidades nos anos 90, como os Mcs Junior e Leonardo, Buchecha, Bob Run, Duda do Borel, Sabrina, Gorila e Preto e Mr. Catra, até Gerson King Combo, que nos anos 70 misturou o suingue americano com a batida brasileira no que chamou de Brazilian Soul, que acabou na fundação do movimento Black Rio.

Quando o bebê de 4 meses, que seria resultado de um relacionamento de Eliza com Bruno, foi encontrado pela polícia, no bairro Liberdade, às 2h30m do último sábado, estava sob os cuidados de uma senhora não tinha a menor ideia do que significava aquela criança dormindo no quarto ao lado de um de seus netos. Bruninho foi levado por Wemerson Marques de Souza, o Coxinha, e Flavio Caetano de Araújo, o Flavinho, amigos do jogador, da BR-040 para a periferia de Contagem (MG).
Eles receberam o bebê das mãos de Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, mulher de Bruno que afirmou ter recebido uma ordem dada por Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, braço direito do jogador, para tirar a criança do sítio porque a polícia iria atrás dela. Eles "rebatizaram" Bruninho como Rayan Iuri.
Coxinha e Flavinho queriam levar o bebê para a casa de Júlia, que seria namorada de Emerson, no bairro Vereda, mas ela queria ir a um baile funk. Então, deixou a criança na residência de Geisla Letícia Souza, de 23 anos, que também saiu para ir a uma festa. Sobrou para a mãe de Geisla, que diz só saber que Júlia iria buscar o menino na manhã de sábado. A polícia chegou antes e recuperou a criança, mas sua mamadeira ficou. Uma lembrança de uma noite de confusão no Liberdade.
— A polícia chegou e eu não tive nem tempo de ver o rostinho dele. Enrolei em um cueiro e entreguei à delegada. Por que alguém iria deixar uma criança nas mãos de tanta gente? Alguma coisa está errada — afirmou a senhora, que pediu para não ser identificada.
Em meados dos anos 90, há uma pequena reviravolta no mundo Funk. As equipes de som promovem Festivais de Rap's nas favelas onde haviam bailes e lançam em discos as gravações lá realizadas. Assim surgiram os MC's cantando funk nacional, conhecido como RAP. Demos identidade a tudo que era chamado de clássicos, antigo e/ou velho. Hoje, a história dos artistas que legitimaram o Funk como movimento cultural e genuínamente carioca foi qualificada e eternizada por nós como Funk de Raiz.
Metralhadora AR-15 e muito oitão
A Intratek com disposição
Vem a super 12 de repetição
45 que um pistolão
FMK3, m-16
A pisto UZI, eu vou dizer para vocês
Que tem 765, 762, e o fuzil da de 2 em 2
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